Planejamento de mídia paga
Planejamento estratégico de mídia paga para empresas que querem previsibilidade e inteligência em tráfego pago
Estruturamos o planejamento de mídia paga a partir do orçamento disponível, dos objetivos de negócio e das metas reais de performance. Definimos canais prioritários, distribuição de verba, segmentações, estimativas de CPL, projeção de volume de leads e critérios de qualificação. Não é sobre anunciar mais. É sobre investir com critério, clareza e direção estratégica.

Mídia paga sem estratégia é apenas custo
O crescimento do tráfego pago tornou os canais mais acessíveis, mas também mais caros e competitivos. Sem um planejamento estratégico de mídia paga, a tendência é dispersar orçamento, competir por atenção errada e medir métricas desconectadas do negócio. O planejamento organiza o investimento antes da execução.
O erro comum: começar pela campanha, não pelo modelo de aquisição
Grande parte do mercado decide canal, criativo e segmentação antes de definir metas de CPL viáveis, volume necessário de leads e critérios de qualificação. Isso inverte a lógica. Primeiro se define a equação econômica da aquisição. Depois se distribui verba entre Meta Ads, Google Ads ou outros canais.
Planejamento não é planilha, é decisão
Ferramentas como Google Sheets e Miro organizam o raciocínio, mas não substituem pensamento crítico. O diferencial está na leitura do contexto: ticket médio, ciclo de vendas, maturidade digital, histórico de campanhas e capacidade comercial. A mídia é consequência dessas variáveis.
Princípios que orientam cada alocação de verba
Toda distribuição de orçamento parte de três critérios: potencial de geração de demanda, eficiência projetada e impacto no funil. Não seguimos tendência de canal. Seguimos coerência estratégica. Se o negócio pede captura ativa, Google Ads ganha peso. Se exige construção de demanda, Meta Ads ou TikTok Ads podem assumir protagonismo.

A maioria das empresas tenta resolver performance aumentando investimento ou trocando criativos. Poucas param para estruturar a lógica da aquisição. Nosso planejamento de mídia paga parte de uma pergunta central: qual é a matemática por trás do crescimento deste negócio? A partir dela, estimamos CPL aceitável, volume necessário de leads, taxa de conversão esperada e capacidade de atendimento comercial.
Só depois conectamos essa equação aos canais. Meta Ads pode gerar escala. Google Ads pode capturar intenção. TikTok Ads pode acelerar descoberta. Programática e streaming ads podem ampliar alcance qualificado. Mas nenhum canal é escolhido por hype. O plano estratégico organiza orçamento, define segmentações, projeta cenários e estabelece critérios de validação. Isso reduz improviso, evita decisões emocionais e cria base para otimizações futuras.
Não aplicamos fórmulas replicáveis. Interpretamos contexto. Cada planejamento nasce da realidade específica do cliente, não de um modelo pronto de agência.

Distribuição estratégica de verba
Definição clara de quanto investir em cada canal, considerando objetivos, maturidade digital e potencial de retorno.
Projeção de CPL e volume de leads
Estimativas fundamentadas em dados de mercado e histórico do negócio para orientar metas realistas de performance.
Critérios de qualificação
Alinhamento entre marketing e vendas para definir o que é um lead qualificado e evitar volume sem conversão.
Documento estratégico editável
Entrega em Google Sheets e Miro, com lógica aberta e estruturada para atualização conforme evolução das campanhas.
No blog da SONDER, você encontra estratégias de marketing, posicionamento de marca e insights de vendas explicados de forma clara e prática. Nosso objetivo é ajudar você a transformar investimento em decisão estratégica, fortalecendo sua presença online e aumentando seu potencial de conversão com inteligência.
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Crescimento previsível começa com uma boa conversa. A gente mostra como chegar lá com estratégia, processo e criatividade.
